
A sentença de insolvência foi proferida a 20 de agosto pelo Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste. O Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida só foi informado dois dias depois.
As pacientes continuam sem resposta da gestora, com telefones e emails sem atendimento. Algumas foram notificadas de que embriões e gâmetas serão transferidos para a clínica Ava, em Lisboa, sem justificação.