
A Azul avançou em novembro de 2025 no Juízo de Comércio de Lisboa pedindo que a insolvência fosse qualificada como culposa, alegando um plano para esvaziar a holding de ativos e frustrar o pagamento da dívida. A decisão final cabe ao tribunal.
A dívida remonta a empréstimos obrigacionistas de 2016 concedidos pela Azul e pela Parpública. A Siavilo, cuja insolvência foi decretada em agosto do ano passado, tem liquidação já aprovada, com credores a reclamarem cerca de 1,35 mil milhões de euros.