
Segundo Jaime Antunes, a administração provisória e depois a Comissão Liquidatária do BPP privilegiaram credores estrangeiros e institucionais, usando a garantia estatal para os pagar, enquanto o Estado se tornou credor garantido da massa insolvente, recuperando o valor com juros de 4% ao ano.
O dirigente criticou ainda a Comissão Liquidatária por incumprimento de prazos e custos superiores a 60 milhões de euros em 16 anos. Um processo movido pela associação contra o Estado, em 2016, para contestar a legalidade da garantia foi julgado improcedente em primeira instância, estando um recurso pendente há quatro anos.