O Ministério Público e o administrador de insolvência acusam os gestores da Symtomax, empresa que projetava em Beja um centro de cultivo de canábis medicinal, de insolvência culposa. A sociedade nunca chegou a produzir e acumulou dívidas de 8,5 milhões de euros.
O administrador de insolvência Raul Gonzalez Benito defende, em parecer, que a insolvência deve ser qualificada como culposa, presumindo-se culpa grave dos gerentes Paul Nathan Segal e Olaf Van Tulder.