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O plano previa reduzir a dívida de 20 milhões para menos de 10 milhões de euros e tinha sido aprovado por 60,32% dos credores, acima do mínimo legal exigido. Face à não homologação, o clube recorreu para o Tribunal da Relação.
A nova administração assegura que o plano já está a ser cumprido junto dos credores públicos, aguardando-se agora a decisão final da Relação quanto aos restantes termos aprovados no processo.