
Em causa estão vencimentos de julho, subsídio de férias e duodécimos. Os trabalhadores garantem que vão continuar a reivindicar os montantes devidos, admitindo que o pagamento pode demorar meses.
A Pontual, gerida desde 2022 por Nuno Ricardo Romão, produzia cerca de 600 pares diários até cessar abruptamente a atividade.