
O ex-administrador recebeu oito anos e meio de prisão efetiva; um segundo arguido, sete anos e três meses. Os outros sete tiveram penas suspensas e duas sociedades foram multadas.
Foram declarados perdidos a favor do Estado quatro imóveis e 651.504,35 euros. O tribunal deu ainda como provada a dissipação de património para evitar o pagamento de 424.238 euros de IVA e IRS.