
O advogado Paulo Topa e o administrador judicial António Seabra, em prisão preventiva, são apontados como líderes. Segundo a acusação, recorriam a PER, PEAP e insolvências para travar execuções e dissipar bens, criando créditos fictícios e usando interpostas pessoas.
Num dos casos, ligado à empresa Eugénio Campos, Lda., terão sido forjados créditos de 201 mil euros e ocultado stock de ourivesaria de, pelo menos, 400 mil euros, com prejuízo semelhante para os credores.