
A dívida em causa rondaria um milhão de euros. A administração diz que o desfecho era esperado, que a unidade regressa à situação inicial e que só funciona com financiamento dos municípios de Mirandela e Vila Flor, devido a uma quebra de 30 a 40% nos abates e ao aumento dos custos de energia. Mantêm-se 23 postos de trabalho.
O plano de revitalização cai e os municípios terão de negociar a dívida com os credores.