
A Coip, que distribuía pneus importados da Ásia, foi declarada insolvente em fevereiro de 2025, com dívidas superiores a 205 mil euros. Um credor, a administradora de insolvência e o Ministério Público pediram a qualificação culposa, alegando favorecimento de sociedades do grupo através de encontros de contas.
O tribunal deu como provado esse favorecimento. Os gerentes, António Barros Rodrigues e dois filhos, devem restituir o que receberam e indemnizar os credores, nos limites do seu património.