
Dos 117 lotes, 13 ficaram por vender. As propostas somam cerca de 1,6 milhões de euros, abaixo do esperado pelo administrador judicial, Luís de Carvalho, que invoca a retração do mercado.
A empresa tinha 47 credores reconhecidos e um passivo de cerca de três milhões de euros. Fechou a 16 de março de 2026, com 28 trabalhadores despedidos. A quebra da procura na indústria automóvel está na origem da insolvência.