
O atraso resultou de fatores como preços da eletricidade, problemas técnicos e um litígio com o empreiteiro chinês CTIEC, que reclama 143 milhões de euros. Uma sociedade-veículo do projeto pediu o estatuto de interesse público superior para acelerar o licenciamento eólico, iniciado em 2023.
A gestão admite a venda da central, a decidir pelos bancos que assumiram o controlo. O Governo lamentou as dificuldades, mas negou relação direta com o atraso no licenciamento.